Eliminando Barreiras: Nova Lei no Rio de Janeiro Proíbe Termos “Elevador Social” e “Elevador de Serviço”
Há muito tempo, a distinção entre elevador social e elevador de serviço em condomínios e edifícios comerciais tem sido uma prática que, apesar de aparentemente inofensiva, reflete desigualdades e perpetua estigmas sociais. Recentemente, o Rio de Janeiro deu um passo significativo ao aprovar um projeto de lei que proíbe o uso desses termos, buscando eliminar discriminações e promover uma abordagem mais inclusiva.
Origem dos Termos e a Discriminação Associada
Incialmente, a distinção entre os elevadores era destinada a garantir que o transporte de cargas fosse realizado apenas pelo elevador de serviço. Contudo, essa nomenclatura acabou gerando discriminação, limitando funcionários e colaboradores ao uso exclusivo do elevador de serviço, enquanto os moradores, síndico e comerciantes utilizavam o elevador social. Essa segregação era uma forma de discriminação social baseada na ocupação, posição social ou local de residência das pessoas no edifício.
A compreensão dos problemas ligados à diferenciação entre “elevador social” e “elevador de serviço” levou a uma discussão sobre a importância de uma linguagem mais inclusiva. O reconhecimento desses termos como perpetuadores de estigmas e desigualdades sociais levou a iniciativas para abolir essa classificação.
A Nova Lei no Rio de Janeiro
Recentemente, o município do Rio de Janeiro aprovou uma lei que proíbe o uso dos termos “elevador social” e “elevador de serviço”. Esta legislação é aplicável a prédios e edifícios privados na região, sugerindo, se necessário, a designação de um dos elevadores como “elevador de carga”. Em caso de descumprimento, a lei estabelece penalidades, incluindo advertência e multa de R$5.000,00 em caso de reincidência.
Impactos Positivos da Medida
Os benefícios dessa nova legislação são significativos. Em primeiro lugar, ela visa combater o preconceito e as discriminações sociais, promovendo a conscientização sobre a importância de uma linguagem inclusiva. Além disso, contribui para criar um senso de pertencimento e respeito mútuo.
Embora a lei esteja em vigor apenas no Rio de Janeiro, ela representa um passo importante em direção à promoção da igualdade. Essa medida destaca a relevância da linguagem na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Ao adotar uma comunicação consciente e inclusiva, fortalecemos a confiança para criar ambientes onde todos possam ser reconhecidos e valorizados, independentemente de sua origem ou classe social.
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